em toda presença precisa de nome ou narrativa para impor respeito — às vezes basta o silêncio de quem já não tem nada a provar. Esta escultura representa um monge budista, não o próprio Buda — a cabeça raspada sem ushnisha, a veste monástica simples e a postura descontraída, com as mãos apoiadas sobre os joelhos, distinguem a figura de uma imagem devocional para se tornar antes um retrato de tipo: o praticante que optou pela via silenciosa da contemplação. Trabalhada em pedra vulcânica, na mesma tradição de talha que se desenvolveu em Bali e Java, a peça tem execução sólida e superfície com erosão natural compatível com uso externo prolongado. Como a peça irmã desta coleção, trata-se de uma escultura contemporânea, não de uma antiguidade: produzida provavelmente entre as décadas de 1990 e 2020, dentro de uma tradição de jardins e espaços contemplativos que continua viva no Sudeste Asiático. Na DominionArts, uma peça como esta ocupa um lugar honesto no acervo — não pretende ser o que não é, e é exatamente por isso que convence. Sobre esta tradição viva: Uma Tradição que Não Precisa Ser Antiga
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Arte Asiática
R$ 40.000,00
Dimensões da obra
50 × 26 × 16 cm
Altura × largura × profundidade
Medidas do produto completo, incluindo a moldura.