ão existe hoje uma metodologia pública e citável que meça o volume do mercado brasileiro de arte histórica — qualquer número exato de faturamento que circule por aí não tem fonte verificável, e vale tratar com a mesma desconfiança que qualquer estatística sem origem clara merece.
O que de fato mudou no Brasil em relação à arte histórica não é um número de faturamento — é a infraestrutura de pesquisa e documentação em torno dela.
O que é verificável
Digitalização de acervo. Museus brasileiros com coleções relevantes de cultura material têm expandido a disponibilização digital de seus acervos — reduzindo a dependência de fontes estrangeiras para quem pesquisa uma tradição específica.
Mais especialização por região cultural. A pesquisa e a curadoria em torno de arte histórica no Brasil têm se tornado mais específicas por tradição (africana, asiática, europeia, pré-colombiana) em vez de tratadas como uma categoria genérica única — o que melhora a qualidade da atribuição disponível ao público.



